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terça-feira, 24 de março de 2009

Palestra "Primeiros Socorros"

O Senhor José Daniel Correia, elemento da Cruz Vermelha de Braga, foi nosso convidado no passado dia 17 de Março para proferir uma Palestra sobre o tema "Primeiros Socorros", tendo igualmente simulado alguns exercícios a realizar neste âmbito.


Nesse dia os formandos apresentaram os trabalhos do núcleo gerador Saúde nas diferentes áreas de competência chave.

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Visita das turmas EFANS4 e EFAB3 à Confeitaria de S.Vicente (29 de Outubro)



Um agradecimento especial à Confeitaria S.Vicente por nos ter recebido de forma tão simpática e, pelos esclarecimentos prestados.

terça-feira, 21 de outubro de 2008

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

quarta-feira, 9 de julho de 2008

Os Sketches dos Monty Phyton - Visita da Turma EFANS3


ENTREVISTA

Os Sketches dos Monty Phyton, recriados pelo excelente elenco de actores António Feio, Bruno Nogueira, Jorge Mourato, Miguel Guilherme e José Pedro Gomes, fizeram as delícias dos formandos da turma EFA NS3 da Escola Secundária de Vila Verde. Para além de terem tido a oportunidade de se deslocar ao belíssimo Theatro Circo, tiveram o privilégio de privar com os actores que os acolheram com enorme disponibilidade e simpatia, no final da actuação. Afinal, o principal objectivo da visita era a realização de uma entrevista sobre as condições de trabalho dos actores, inserida nos conteúdos da área de Cultura, Língua e Comunicação.
Com uma enorme dose de humor e boa disposição, estabeleceu-se um diálogo muito interessante e bastante revelador das venturas e desventuras da profissão de actor em Portugal. De forma simples, directa e realista os cinco actores puseram a nu a difícil e precária situação que vivem os actores no nosso país.

EFA NS3 - Como surgiu este vosso projecto?
Actores - Já havia a ideia há algum tempo de fazer o texto deste projecto, depois… a escolha dos actores andou um bocadinho dispersa por causa da disponibilidade de todos. A Sandra, produtora da UAU, tinha na altura o projecto deste texto já para fazer há algum tempo e depois foi uma questão de disponibilidade, de o António juntar a equipa e decidimos todos alinhar no projecto.
Andámos quase dois anos para reunir este elenco, mas só no ano passado é que conseguimos reunir todos os actores. E então conseguimos combinar uma altura, no ano passado, em que nos juntaríamos todos. Começámos a ensaiar em Julho… há 11 meses. Foi só juntar este elenco na altura possível e começar a trabalhar.

(...)


EFA NS3 - Têm sempre boas condições de trabalho?
Actores - Temos, acho que sim. De alguns anos para cá as condições têm melhorado bastante, temos essencialmente trabalho para isso. O que acontece muito é que a maior parte dos grupos ou de companhias, os grupos independentes, onde posso referir que alguns de nós já andámos, as condições não eram tão boas e por isso deixamos de fazer esse tipo de coisas para tentar fazer outras com as condições que sempre ambicionamos. Mas, de uma forma geral, tirando um ou outro caso, que não vou referir, a organização para o trabalho de uma peça não é muito diferente de uma organização deste estilo, claro que pode ser diferente nos objectivos, mas geralmente trabalha-se com prazos, produção, agente de imprensa e oferece aos actores as melhores condições. Portanto as condições melhoraram um bocado.
Em relação ao nosso estatuto profissional, não existe nada, é uma vergonha. A culpa também é nossa, os actores, que não são muito unidos. É grau zero, não há segurança social, não há fundo de desemprego, não há uma carteira profissional, não há um sindicato de jeito, não há uma ordem, não há um clube, não há nada. Trabalhando bem ou mal temos que descontar 20%, pagamos a segurança social e não temos direito a subsídio de desemprego, a baixa médica, etc. É sobretudo uma instabilidade total. É uma desorganização total e espero que mais tarde ou mais cedo as pessoas não dêem o seu trabalho de “mão beijada”. Espero que trabalhem e se organizem de forma a criarem melhores condições.
Sempre que há instituições que, de algum modo, tentem proteger isto e melhorar as condições de trabalho elas esbarram nos aspectos legais.
Nós temos uma instituição, a GDA (Gestão dos Direitos e Artistas), que defende os direitos conexos, que tem a ver com os direitos de interpretação, informa as pessoas e já começa a trabalhar a outros níveis, como por exemplo, os recibos verdes e os contratos. Há muitas pessoas que trabalham bem e com os seus direitos respeitados, mas outras trabalham em condições precárias, por isso é necessário existir uma plataforma mínima da dignidade do trabalho.
Normalmente só são contemplados os direitos de autor esquecendo-se dos direitos de interpretação. Se eu escrevo uma coisa, tenho direitos, mas se eu interpreto essa mesma coisa não há direitos sobre essa interpretação, que é pessoal e é minha.
As produtoras de televisão, a própria televisão pública, não querem pagar esses direitos e podem repetir mil vezes uma coisa que tenhamos feito, sem recebermos mais nada … por isso, depois, na Assembleia da República, as leis esbarram.
Hoje em dia, se um DVD for editado, por exemplo, com esta peça, nós temos alguns direitos no caso das autorias, da encenação, na tradução e adaptação, mas, enquanto intérpretes, para além do cachê que temos sobre esse trabalho, não temos direito a mais nada sobre cada cópia vendida. Isto é uma coisa que em grande parte dos países já está a começar a funcionar e que gera muito dinheiro e que cá, neste momento, fica nos bolsos dos produtores.
O próprio Estado dá mau exemplo, como na questão dos recibos verdes, o que não devia ser, devia haver um contrato. Os actores deveriam ser contratados pelo tempo necessário para a série e pagos por contrato, deveriam ter direito a subsídio de desemprego, deveriam ter direito à taxa social.
A única esperança que temos lá no fundo do túnel é a Casa do Artista, é a forma de sobrevivência da nossa profissão, porque nos oferece um intermitente compromisso entre o tempo em que estamos a trabalhar e o que não estamos a trabalhar, fazendo uma média do que será pago e do que o estado se compromete a equilibrar.
Dou um exemplo, em que o Estado Francês queria acabar com a constituição da intermitência e o Festival de Avignon não aconteceu.

EFA NS3 - Em caso de acidente no trabalho, estão cobertos pelo seguro?
Actores - Nós temos que pagar um seguro de trabalho, se na televisão cair um projector na minha cabeça eles não se responsabilizam. Claro que, se isso me acontecesse, metia-os em tribunal (risos) … nem que fosse para o Tribunal de Trabalho.


EFA NS3 - São bem remunerados, ou não é suficiente para fazer face ao custo de vida?
Actores – Nós, em termos de trabalho e remuneração, não somos as pessoas que temos maiores problemas, mas a verdade é que o resto da classe anda a “apanhar
bonés” e sem grande perspectiva de trabalho. As novas gerações, como os moranguitos, estão a ser explorados de tal forma que vão acabar por falar sozinhos, estão deslumbrados, mas isso vai acabar.
Também é bom referir que, em termos de locução, já existe uma tabela, já há um preço a pagar, mas depois as produtoras tentam pagar menos, e há sempre alguém predisposto a fazer por menos, a ser capaz de furar a tabela, não existe uma união da classe.
Não vamos pintar o cenário tão preto, nós não sofremos muito com isto, mas acabamos por sofrer com aquelas coisas que tão cedo não vão mudar e continuamos a pagar impostos, a descontar e provavelmente não temos um futuro assegurado, muito menos a nossa velhice, se não formos nós a fazer um PPR qualquer. (risos)


EFA NS3 - Há uma maior procura do que oferta?
Actores - Não tem a ver com isso, mas sim com o respeitar tabelas, tem que haver respeito pelas tabelas, um lado de coacção, um sindicato ou uma associação, nem que seja pela vergonha … pelos seus pares, nem que seja por isso.
Verdade seja dita, em trabalhos de locução já há uma tabela, mas as produtoras perguntam se não dá para fazer mais barato.
Não há união da classe, há sempre alguém a fazer por menos… basicamente é isto.
É uma pouca vergonha neste país (risos)…

EFA NS3 - Que mensagens deixam a quem está a iniciar ou a ingressar pela vida dos palcos?

Actores - Boa sorte … muita merda! Façam um Plano Poupança Reforma e muita coragem. Se querem ser actores lutem por isso. E…, se puderem, respeitem os actores.

EFA NS3 - É a primeira vez que vêm aqui ao Theatro Circo?
Actores -Não, já viemos com a Conversa da Treta, há alguns anos atrás, ainda este teatro não tinha sido remodelado. Esta é um das salas mais bonitas do país… e arredores… e têm sorte por isso.

E foi num clima de grande paródia, descontracção e entusiasmo que nos despedimos dos actores, muito satisfeitos com o que vimos e ouvimos e concluímos que “rir é o melhor remédio”, ou melhor, “rir faz bem à saúde”…

quinta-feira, 22 de maio de 2008

Medicamentos Genéricos

Em STC (DR3 - Medicinas e Medicação) os formandos realizaram cartazes de divulgação dos medicamentos genéricos, procurando incentivar a sua utilização.
Para quem desconhece, ou, quer estar mais informado consulte:
Os cartazes serão divulgados no dia 28 de Maio, data da Exposição.

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Visita à Fábrica Joval

Hoje (dia 12 de Maio) as turmas EFA do Secundário NS 1 e NS2 visitaram uma indústria alimentar no Parque Industrial de Adaúfe. A empresa Joval produz rissóis, pastéis de bacalhau, entre outros produtos, distribuídos em diversas superfícies comerciais.

Para além das diferentes fases do processo produtivo, foi possível conhecer algumas das medidas de higiene e segurança no trabalho implementadas.





Palestra: Educação Alimentar

No dia 28 de Abril as turmas EFA NS 1 e NS 2 assistiram a uma Palestra sobre Educação Alimentar, proferida pela professora Maria Beatriz Santos.





A docente recebeu, do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, um prémio pelo seu trabalho de investigação na área da Nutrição/Alimentação. O trabalho premiado intitulado: "Educação Alimentar na Escola: avaliação de uma intervenção pedagógica dirigida a alunos do 8º ano de escolaridade" foi realizado no âmbito do Mestrado em Supervisão do Ensino das Ciências ministrado pelo Instituto de Educação e Psicologia da Universidade do Minho. A docente é também Coordenadora da Equipa para a Saúde da nossa Escola.
Posteriormente, na ACC de Cultura, Língua e Comunicação os formandos realizaram uma reflexão sobre a sessão, onde apresentaram um resumo, destacando as ideias que lhes foram mais significativas.
Pela disponibilidade demonstrada agradecemos sinceramente à professora Maria Beatriz Santos.

quarta-feira, 9 de abril de 2008

Cuidados Básicos de Saúde: um mundo de contrastes


















Todos os anos morrem, em África, milhões de crianças, apesar de grande parte delas (cerca de 800 mil) poder ser salva se recebesse cuidados de saúde básicos. (...).
Imunizar as mulheres contra o tétano, ter assistência qualificada durante o parto, tratar rapidamente as infecções dos recém-nascidos e educar a mulher nas questões de higiene são algumas das soluções propostas para baixar o nível de mortalidade infantil naquele continente.
Salvar estas vidas custaria anualmente 1,39 dólares (1,07 euros) per capita, o que significa um total de mil milhões de dólares (773,1 milhões de euros) por ano para todo o continente.
Adaptado, Jornal de Notícias, 23/11/2006

Fonte da imagem: http://atascadoteixeira.files.wordpress.com/2007/06/fome_bbb.jpg

terça-feira, 25 de março de 2008

Dietas Alimentares

O fotógrafo Peter Menzel decidiu viajar pelo Mundo e fotografar 30 famílias em 24 países.

O resultado foi publicado em 2005 no livro Hungry Planet, que retrata as desigualdades nos gastos semanais e nos padrões de consumo de produtos alimentares de diferentes grupos populacionais.

Reflicta sobre as diferenças nas 4 famílias apresentadas:



Alemanha (500,0$)

Chade (1,62$)

Carolina do Norte - EUA (346$)

Japão (317,25$)